segunda-feira, 18 de junho de 2012

Meu novo visual

Ontem foi um dia muito importante na minha vida!Um daqueles dias que ficam guardados pra sempre na memoria, por tudo, principalmente por eu ter vivido uma das esperiências mais fantasticas da minha vida e ter agido de uma forma nova, diferente do abtual e feito e tomado decisões inéditas e que vão marcar o antes e o depois desta data.

 Prova disso é que mudei até meu corte de cabelo ontem mesmo, pra marcar essa passagem, essa mudança, essa nova fase  por completo.vejam o passo a passo nas fotos:
beijos by Dea.




segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aplausos!!!!

vejam o trabalho que eu mais gostei , ele estava esposto aqui na faculdade e é de alunos do tyerceiro periodo de moda da manhã.
 vejam só o primeiro quadrante do painel, a qualidade na interpretação corporal, nas expressões faciais, tudo muito teatral.
 Nesse segundo quadrante apreciem as expressões do modelo fotografico que traduz em movimentos o sentimento que a ocasião precisava, ele é maravilhoso!
atentem ao detalhe do sapato altissimo.
Aqui , vejam que ele se dedica a moda como forma de passa tempo, um ponto de fuga para amenizar seu sofrimento.
 Neste o vestido pronto, a modificação na postura, expressão, olhar, agora é uma nova pessoa.
atentem para o detalhe do sapato altissimo .
Parabens a todos os envolvidos neste projeto.Foi realmente o meu favorito entre tantos trabalhos bons que estiveram expostos aqui no CST da faculdade mauricio de nassau.
beijos by Dea. 

O Inferno na Terra

    Vou lhes descrever como foram os seis dias que eu e minha mãe passamos na emergência do Hospital Agamenon Magalhães;Isso escrevi no dia 12 de maio as 19:45.

       Vespera do dia das mãe, com minhã mãe internada na emergência do HAM desde o dia 9 de maio as 15:24.Na verdade td começou na segunda dia 7 logo após o almoço no NEFROCENTRO(onde minha mãe faz hemodiálise)ela começou a sentir-se mal, com dor no estômago, não quis comer mais nada, nem beber, mas acabou por comer e beber pelo menos um pouco, na terça foi me levar na faculdade como de costume, já havia tomado buscopan rotineiro que nada adianta, depois comprou epocler, que tambem nada resolveu, e me esperou até o fim das aulas , foi quando persebi que a dor  era seria,e mal a deixava andar.Pensei em leva-la ao HAM mas ela se recusou, só queria ir para casa e assim foi, chegamos em casa e ela ficou prostrada na cama.

        Na quqrta feira nos arrumamos eu fui para a faculdade e ela tinha que ir para o tratamento de hemodiálise.Mais tarde ainda na faculdade me deu uma vontade subita de falar com ela, o que se tornou um desespero, tentar falar com minha mãe pelo telefone celular da operadora OI, pois tentava e não conseguia, provavelmente por causa da promoção infinit que aderi e não estava funcionando como deveria.Depois de muito tentar consegui falar com ela por alguns segundos, até a ligação cair, o que  por sinal aconteceu varias vezes, até me encher e não ligar mais.

          Ao chegar em casa encontrei minha mãe deitada na cama, toda enrolada, sem fome, sem sede e com muita febre, não sei  o quanto pois não tinha termômetro, mas o suficiente para por a mão e sentir queimando.Muito assustada e preocupada, sem saber ao certo o que fazer liguei para o SAMU, antes liguei pra policia e pros bombeiros e até para o numero de informações telefonicas 102, não lembrava o numero dop SAMU, até que acertei!192.Falei com a atendente, deçpois com o médico, que afirmou, se ela esta com febre, nada que fizer em casa vai adiantar, o melhor é levar ela direto para um hospital.E assim eu fiz: Catei a bolsa que eu levo çpra faculdade, esvaziei, coloquei 1 colcha grossa de solteiro tipo rede, uma jaqueta jeans, uma garrafa de água vazia, grana, nossas identidades e celulares gêmeos, troquei de roupa e saimos a procura de um taxi, encontramos um na esquina da nossa rua, maso taxista não estava e a passagem estava fechada por um caminhão, andamos por mais 10 ou 15 minutos até acharmos mais um taxi, que estava atraz da santa da igreja do morro da conceição, mas o taxista não gtrabalhava aquela hora, então andamos mais um pouco até chegarmos ao ponto final do ônibus e esperamos por mais ou menos uma hora quase infinda, nesse meio tempo comi coxinha e bebi fanta, liguei para varios pontos de taxi mas não conseguia completar a ligação por causa da promoção da OI.

      Quase em desespero esperamos pela misericordia de Deus,que fizeszse um taxi passar por aquela rua, em condições de nos levar  ao hospital, e depois de muito esperar e pedir a Deus o taxi apareceu!Um mille furreca, graças a Deus por isso.Chegamos ao hospital e apesar do taximetro marcar 7,75 e eu ter dado 10,00, o taxista cobrou 8,00 e me deu dedtroco somente 2,00.Já na hemergência pegamos a senha 775, haviam 5 pessoas na nossa frente, esperamos bem pouco se comparado a outras vezes, minha mãe foi examinada e recebeu uma pulseirinha amarela, tipo  aquelas pulseirinhas VIP;só que era para o meio de uma sala lotada com direito a esperar um tempão até ver o médico, com direito a camarote de um metro quadrado para tomar ingeção que por sinal foram quatro só para inicio de conversa.

Minha mãe esperou até 20:00horas para fazer exames de sangue e depois esperamos até a meia noite pelo resultado, levamos para o médico avaliar e ele deu a noticia de que ela ia ter que ficar internada.Aquela noticia foi um banho de água fria, depois td ficou mesmo friu , caimos numa gelada literalmente!aqueles corredores quietos e escuros, assombrosamente abitados por morbidês e morimbundos aos prantos, e seus acompanhantes em infâmes cadeiras de plastico, velando o sono que não vem. Aquela noite e as seguintes na internação são impossiveis de esquecer assim como os dias.na sala de observação haviam doentes de todos od tipos,homes e mulheres de varias idades, todos amontoados pelos cantos das paredes como trouxas de roupas sujas, penando pelo olhar de um anjo da saúde que viesse lhes aliviar as dores e reclamações e lhes dece de volta a liberdade de ver a luz do dia.Só Deus podia olhar por aquelas pessoas, e por todos nós ele olha.era um engtra e sai , inquietude total, fomos ter descanso para a mente em outra sala com 1 senhora de 92anos em uma cadeira de rodas e sua sobrinha tambem uma idos que a acompanhava, lá o silêncio imperava, e o frio atarzanava o sono que se deixava vencer pelo cansaço, as ores por todo o corpo era inegavel, nenhum comforto, nenhum pingo de respeito ou dignidade.

Quando o dia amanheceu o corredor se encheu de novos doentes que se amontoavam aos que passaram aquela noite e outros que já estavam lá a mais tempo, eu, embebida em sono resolvi ir em casa buscar o que poderia nos proporsionar, não digo conforto, mas condições de suportar por mas algum tempo se fosse nescessario.Ao chegar em casa notei que estava sem as chaves e depois de tentar arrombara a porta decidi voltar ao hospital para pegar a chava.depois de idas e vindas arrumei uma mala como de viagem com um pouco de cada coisa, material de higiêne, roupas, lençois, travesseiros, colchas de cama, e  fui para o hospital, minha mãe tinha ido fazer hemodialçise no segundo andar do mesmo predio, e eu fui fazer uma carteirinha de acompanhante que me deu direito a café da manhã, almoço e jantar.

Naquele dia o almoço foi filé de merluza ao forno, arroz, feijão, uma fruta, e suco.

muitas vezes não conseguia chegara a tempo nas refeições pois estava dando comida para minha mãe, quando conseguia chegar no refeitório a tempo de pegar alguma das refeições esperava em filas quase quilimétricas, sem falar na quantidade de comida que quando estava boa era servioda em pouca quantidade e quando não estava, npssa! era intragável , do tipo que agente come e vai se arrepiando toda.

No final da tarde do segundo dia minha mãe saiu das cadeiras de escritório e passou para uma espécie de poltrona antiguissima e dura, pedi altorização para a enfermeira deixar entrarem os meus lençois e travesseiros e fronhas e colchas, etc....e ela deu altorização, mas eu me comprometi a trocar os lençois todos os dias.o que infelizmente não pude cumprir por falta de mais deles. 

Quando a segunda noite chegou, eu era uma daquelas que ficava velando o sono do paciênte que não vinha, e o frio me atacou de tal maneira que entrei numa crise de espirros sucessivos com coriza, encharquei uma toalha de banho, remanejamos a poltrona e minha cadeira de escritório para uma parede mais reservada e longe do frio, o que impedia os meus espirros mas não diminuia a sensação de frio durante a madrugada.eu toda evolta em lençois, calça, vestido, colcha e minha mãe num callor sobrenatural, fazendo jejum para de manha fazer exames ela vomitou td que comeu, teve diarreia e muitas dores abdominais.

No terceiro dia ela ficou em jejum até as 11:00da manha quando fopi fazer a endoscopia, que por sinal pareceu um filme de terror, ela estava cpom medo do exame e uma hora antes estava tendpo alucinações, quando entrou na sala do exame eu fiquei esperando do lado de fora e ao termino do exame fui busca-lá quase desmaiando nos meus braços, ficou muito debilitada, desidratada e foi repousar ainda em jejum, mas tarde foi fazer uma ultra abdominal, terminou por volta das 15:00, ela passou muitas horas sem comer e não podia tomar soro, depois foi tomando água aos pouquinhos, e se reanimando, mas o diagnostico não era dado.

Já no plantão da noite quando fui me queixar ao médico que os remédios que davam a ela não faziam efeiro e questionar que dor danada era aquela que ela estava sentindo ele foi no resultado dos exames e disse é gastrite, ai sim o remédio certo começou a ser administrado, mas os vômitos e diarreia não passavam, tudo que comia ou bebia ela colocava para fora.

No quarto dia ela foi fazer hemodialise novamente, um dia inteirinho esperando por isso.

No quinto dia   depois de  ter passadopor muitas coisas naquele lugar com minhna mãe onde mal conseguamos pregar o olho, com as pernas em cadeiras, pescoço ao leu e muitas dores em troda parte, pensei que fosse lidar melhor com a situação, mas vencida pelo sonop e com minha mãe um pouco melhor eu dormi sedo, por volta das 21:00 e acordei disposta pra um novo dia, mas quando olhei nop relógio ainda eram 23:00, entrei em desespero, comecei a chorrar, reclamava de frio, muito frio, fome, mal me alimentava pois não tinha tempo, nem fome para comida de hospital, queria minha cama, minha casa, queria mais lençois, queria estar bem longe dali, minha mãe tratou de me consolar e acalmar, me mandou procurar o que comer e me agazalhar melhor e a hora não passava, foi a noite mais longa daquela internação, a única maneira de passar melhor o tempo era dormindo, eu dormi. 

No sexto dia graças ao bom, e misericordioso Deus minha mãe teve alta.

Aqueles dias pra gente pareciam não ter fim, eram literalmente infernais, angustiantes, havia repulsa em todo canto, os banheiros terrivelmente sujos e mal cheirosos, imundiçados é melhor dizer, papel hiogiênico pelos quatro cantos, fezes e urinas mais ainda..., doentes jogados, abandonados a propria sorte, noticias da morte de  alguns paciêntes, descaso, abandôno, desconfiança.A frieza daquele lugar não se dava apenas pelo ar-condicionado, mas pela falta de calor humano da maioria de seus funcionários e de humanidade.

depoimento de um caso veridico, aconteceu comigo e com minha mãe, entre os dias 09/05 a 15/05.

beijos by Dea.